terça-feira, 29 de novembro de 2011

As moscas mosconas...



O Alceu Allgayer gostava de me acompanhar em passeios de fim-de-semana. Num domingo qualquer, me convidou para ir de bicicleta lá numa prima dele, em São Rafael, perto de Cruzeiro do Sul (RS), mais ou menos uns 20 km de distância.
A estrada era de asfalto novo.  Lá chegando, uma casa de zona rural, mais ou menos umas 9h30min, ficamos conversando com o pessoal da casa. Ao lanchar, havia umas moscas ao redor da mesa. Tentei pegar uma com a mão, e, incrivelmente, consegui, com muita facilidade. Chamei a  atenção  do  Alceu,  e  ele também pegou  outra mosca  na primeira tentativa.
Percebemos que todas as moscas eram assim, devem ser de uma linhagem  especial, as moscas  mosconas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quando eu era criança ...

Quando eu era criança e até os meus 12/13 anos, lá em Venâncio Aires-RS, o que eu mais gostava de fazer era jogar bola, andar pela cidade batendo uma banda de pneu com um pedaço de madeira ou puxando filtros de óleo usados como se fossem pequenos carros.

Também gostava muito de ficar correndo sozinho em volta do campo, o que era uma grande diversão para mim. Brinquei muito com aquelas bolinhas de vidro (petecas ou clicas ou bolitas), e outros brinquedos simples feitos manualmente, como pião,  cata-vento  e pandorga.

Finalmente comecei a andar de bicicleta. Aprendi numa bicicleta de brinquedo de um amigo (Dieter Knak). Era uma bicicleta que podia pedalar para frente e para trás (roda fixa!). Depois andei na bicicleta do pai dele (Carlos Knak). Esta era uma Caloi Canarinho, uma das melhores bicicletas que já vi até hoje. A Rua Visconde do Rio Branco, onde nós morávamos, era “empedrada”. Umas pedras grandes e irregulares no meio e um “trilho” mais fácil de andar na beira da rua, e um valetão de um metro de esgoto de cada lado. Nos primeiros dias de aprendizado, com medo de cair na valeta, eu andava só no meio da rua, pulando bastante.

O meu pai nunca comprou bicicleta. Eu, quando aparecia alguma coisa para fazer com uma bicicleta, como levar algo a algum lugar, ou só levar ao posto de gasolina para encher o pneu, era aquela alegria. Lembro certa vez que um colega esqueceu a bicicleta no pátio do colégio na véspera de um fim-de-semana (parece que o nome dele era Volnei), e eu, só para ter o prazer de andar, peguei a bicicleta e fui lá longe da cidade procurar a casa dele, na Linha Coronel Brito entregar a bicicleta e voltar a pé, totalmente realizado (por ter praticado uma boa ação e, principalmente, por ter dado uma boa andada).

Depois, quando podia, andava na bicicleta do meu irmão ou na da minha irmã. A do meu irmão era uma “Goricke” aro 28 pneu fino (28x1 e ½,selo branco).  A da minha irmã era uma Caloi que veio de São Paulo, aro 26 pneu balão, sem varão, tinha cestinha na frente e uma sirene parecida com a da polícia.

Em 1973, quando comecei a trabalhar com carteira assinada, comprei a minha Odomo, a única bicicleta nova que eu usei aro 26, pneu balão, freio contra-pedal, central de pino, varão duplo, a qual usei até o final de 1987, quando a vendi  na loja do Arly Hickmann para ser reformada e revendida posteriormente. Eu havia vindo pedalando de Belém, juntamente com a minha mulher, ILDA (nossa lua-de-mel de 75 dias).

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Lauro Fiss - O gaúcho da bicicleta


Este blog foi feito para levar informação sobre esta figura pública que é o senhor Lauro Fiss, conhecido por tantas pessoas em tantos lugares desse Brasil por conta de suas incríveis viagens de bicicleta.

Acompanhe as notícias e deixe seu comentário e suas perguntas.

Se quiser entrar em contato é só deixar seu e-mail.